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Sábado - um santuário no tempo


Uma coisa pedi ao Senhor, e a buscarei: que possa morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a formosura do Senhor, e inquirir no seu templo. Salmos 27:4
A Bíblia fala de um santuário tão antigo quanto a própria humanidade. Esse santuário, embora faça parte do tempo, não se desgasta pelo tempo, e é suficientemente abarcante para acolher todos os filhos de Deus espalhados ao redor do mundo. Esse santuário de Deus no tempo é o SÁBADO. Mesmo não sendo visto com os olhos físicos, esse santuário está em toda parte, podendo ser adentrado a cada sétimo dia da semana.
Como o sábado realmente nos ajuda a entrar no descanso divino, experimentar esse senso de paz, descanso e renovação em nossa vida?
O sábado traz paz e descanso divinos para nossa vida porque semanalmente nos reassegura que nossa vida tem significado, valor, esperança. Porque o sábado nos diz que estamos enraizados em Deus desde a Criação até a eternidade.
A presença de Deus manifestada ao longo do sétimo dia em nossa própria vida torna o dia santo.
É por isso que muitos se referem ao sábado como um santuário no tempo. Um santuário que superou a queda, o dilúvio, a escravidão egípcia, o exílio babilônico, a legislação anti-sabática romana, superou todas as tentativas feitas por concílios e papas para dar fim a ele.
O sábado nos ensina a sermos gratos.
O sábado traz divina paz e descanso a nossa vida por quebrar as barreiras sociais, culturais e raciais. Uma das maiores causas de tanta tensão em nossa sociedade hoje é a incapacidade ou indisposição de aceitar a cor da pele, cultura, condição social, de outra pessoa.
Ensinar a todos os membros da família humana a aceitarem e respeitarem uns aos outros. É tão bonito notar e estudar essa função niveladora do sábado.
Que Deus ajude a cada um de nós a experimentar, mediante o sábado, uma maior medida da paz e descanso do Salvador em nossa vida.
Alberto Timm e Samuele Bacchiocchi
A todos um maravilhoso Sábado!!!!

EU SOU O CAMINHO

Farás também o altar de madeira de acácia, de cinco côvados será o comprimento, de cinco côvados a largura, e de três côvados a altura. Farás as suas pontas nos seus quatro cantos; as suas pontas formarão uma só peça, e o cobrirás de bronze. (Ex 27:1-2).
Material: Madeira de Acácia revestida de bronze. Com 4 pontas que formam uma só peça. Uma grelha como se fosse uma rede presa por 4 argolas.
Era comum os altares antigos serem quadrados, isso é verdade quando lemos 2Cr 4:1, pelas dimensões que mostram comprimento e largura iguais.
O altar era a maior mobília do santuário. Usada para a adoração, sempre estava aberto aos israelitas. Para cristãos, o altar está cheio de significado e ensino espiritual, pois há muita história sobre altares na Bíblia. A acácia é uma madeira dura, incorruptível, indestrutível que cresce no Deserto de Sinai. Retrata a humanidade de Cristo de que veio formosamente e era sem pecado na sua natureza humana (Hb 4:15; 7:26). A indestrutibilidade da madeira fala que Cristo resistiu o fogo da crucificação (Jo 10:18).
Os metais que cobrem a madeira tipificaram a retidão divina e julgamento de Cristo, o íntegro (1Jo 3:5), que levou o julgamento divino de Deus e se tornou pecado por nós (2Co 5:21).
Como os Israelitas foram salvos da morte quando olharam para a serpente de metal, assim, todos que confiam em Jesus Cristo serão salvos (Jo 3:14-15). O aparecimento de Cristo à João na Ilha de Patmos com "pés como bronze" (Ap 1:15) fala-nos do caráter judicial sobre àqueles que não o aceitam como sacrifício substituto.
O altar de bronze foi posto para sacrifício. Sem sacrifício, não poderia haver nenhuma compensação para o pecado (Lv 17:11; Hb 9:22). Sobriamente, os Israelitas trouxeram os oferecimentos prescritos sem defeito.
O seu sacrifício queimado no altar como um doce aroma para Deus (Lv 1:9) tipificou Cristo quando foi oferecido "um sacrifício a Deus como aroma suave".
A localização deste altar fala-nos que antes de se passar ao templo, teria que se oferecer um sacrifício de sangue no altar de bronze. Hoje, ser recebido por Deus só pode se dar passando pela morte sacrificatória de Cristo (1Tm 2:5; Hb 9:15).
Chegar ao tabernáculo sem oferecer um sacrifício no altar significava morte certa. Se nós rejeitarmos o sacrifício meritório do trabalho de Cristo na cruz, nós seremos separados de Deus e o resultado será o mesmo, a morte eterna (Jo 3:36; 1Jo 5:12).
O altar de sacrifícios é o lugar de morte, é a primeira coisa que se via ao entrar no santuário, é o primeiro encontro do ser humano com o plano da redenção, o lugar onde deve-se morrer.
Símbolo dos pés da cruz, que é o local onde devemos deixar tudo. "Se alguém quiser vir após mim, tome sua cruz e siga-me" Mt 16:24.
É neste altar que Deus trata com os "Isaques da vida". Você já pensou porque o Senhor pediu o filho a Abraão? Porque o filho ocuparia um lugar que só a Deus pertencia, Isaque começaria a entrar no coração de Abraão e até mesmo "Isaques" não podem ocupar este espaço, o nosso coração diz Deus, deve ser só meu. Portanto se algo tende a ocupar este espaço o Senhor diz em Mt 10:37 "...quem ama seu filho mais que a mim, não é digno de mim.
O altar de sacrifícios era elevado em um montículo de terra, mais alto que outras mobílias, esta é uma projeção de Cristo, nosso sacrifício erguido para cima na cruz, num local mais alto, o Gólgota, "... importa que o filho do homem seja levantado" Jo 3:14.
Havia chifres neste altar, chifres eram um símbolo de força e poder em tempos bíblicos. O sacerdote ao tocar de leve nas pontas do altar mostra o poder do sangue para reconciliar o pecador.
Há poder regenerador no sangue de Jesus Cristo. Representa o calvário, onde Cristo deu sua vida em sacrifício contínuo. As ofertas que eram feitas diariamente, pela manhã e pela tarde, são símbolos de Jesus, que está a disposição 24h por dia, queiramos nós ou não.
Estes sacrifícios eram feitos em fogo lento para que durassem até a tarde, hora nona (15h) quando o outro chegava. O sacrifício da manhã expiava os pecados da noite e os da noite os pecados da manhã. A oferta era cortada em pedaços pois simbolizava o que está escrito em Is 53 "...foi moído por nossas iniqüidades". É o primeiro estágio da vida do cristão, a justificação, o momento em que chega aos pés da cruz.
O altar de holocausto, com seu sangue derramado, representa a grande verdade evangélica da expiação do pecado por meio do sacrifício de Cristo (Is 53:4-7,10, Hb 13:10-12; 1 Pd 1:18,19; Ap 5:9).
A posição deste altar, junto à porta do átrio, numa posição onde seria a primeira coisa que o pecador veria ao entrar ali, indica que a primeira necessidade do pecador é que seus pecados sejam lavados pelo sangue de Cristo (Hb. 9:13,14; 1 Jo 1:7; Ap 7:14), e que até que se faça isso, não deve nem sequer adorar a Deus, nem mesmo entrar em sua presença (Hb 9:22). (Importantíssimo!!!!)
O altar era uma testemunha da culpa do homem e de sua necessidade de expiação e reconciliação; logo lhe assegurava que isto já era possível (Jo 1:29; Rm 5:10; 2 Cr. 5:18, 19).
Existe um fato interessante, assim como os cordeiros da Páscoa eram comidos e depois sacrificados, alguns dos cordeiros mortos também foram comidos.
Não foi nenhuma coincidência que na noite antes da Páscoa quando Jesus foi crucificado, Ele "tomou o pão, deu graças e disse: comam, este é o meu corpo" Mt 26:26, mais tarde ele morria pela raça humana. O próprio Jesus é o cordeiro de Deus e o cordeiro da páscoa.
Tipos de ofertas que eram oferecidas:
Cordeiro Macho (Ex 12:5); Novilho (Nm 8:8); Ovelha (Lv 5:6); Pombinha ou rolinha (Lv 12:6); Cabrito (Ex 12:5); Boi (Lv 4:10); Cabra (Lv 4:27-35); Bode (Nm 29:5); Aves (Lv 14:1-32); Novilha Ruiva (Nm 19); Novilha que nunca trabalhou (Dt 21:1-9); Cordeiro (Lv 14:10); Bezerro (Nm 29:8); Cordeira (Lv 14:10).

As ofertas eram:

Ofertas queimadas: Ao Israelita querer demonstrar sua consagração. O animal era queimado por completo, tirando apenas o couro. Lv 1

Ofertas pacíficas:
Ofertas voluntárias, ação de graças, votos. Queimava a gordura no altar, o peito e a coxa direita ficavam para o sacerdote, depois havia um banquete com o resto da carne para demonstrar alegria. Lv 3

Ofertas pelo pecado e pela culpa:
Em busca de perdão, aqueles pecados que aconteciam de forma "ignorante". Não havia nenhuma oferta para os que pecavam voluntariamente, devia-se restituir aquele a quem foi a vítima, então a oferta pela culpa esta ali demonstrando que a situação tinha sido resolvida. Era considerado pecador atrevido aquele que afrontasse diretamente a Deus, pecando conscientemente, é eliminado do meio do povo. Lv 4-6
Quando a oferta tinha como motivo pecado e culpa, sendo o transgressor o próprio sacerdote e toda a congregação, levava-se o sangue para dentro do santuário, para aspersão 7 vezes diante da cortina do véu, então a carcaça do animal era queimada fora do acampamento, mas a gordura ficava no altar de sacrifícios.
Quando quem pecava eram os príncipes/chefes ou pessoas comuns, o sangue não entrava no santuário, era posto apenas nas pontas dos chifres e na base do altar de sacrifícios.
A oferta era comida pelo sacerdote apenas quando o sangue não entrava no santuário e não era oferta pelo pecado. Mas lembre-se, o fato do sacerdote está comendo a carne, transmite-se simbolicamente as responsabilidades dos pecados para o sacerdote.
Ofertas de manjares: Aquelas que demonstravam muita gratidão por Deus, pelas bênçãos, pela fartura, pela saúde etc. Lv 2
Utensílios: Recipientes, pás, bacias, garfos e braseiros, tudo de bronze.
Continua....

O SANTUÁRIO DO ANTIGO TESTAMENTO


Chega-se o momento da construção do santuário. Ao povo, estava sendo dado o privilégio de participar da construção do lugar que seria a morada de Deus entre eles. Era desejo do Senhor receber apenas aquelas dádivas que viessem do íntimo do coração. O povo respondeu exatamente como Deus quis, tão generosa foi a resposta do povo que Moisés precisou dizer que não trouxessem mais ofertas, desta maneira, o tabernáculo foi levantado, como resultado das oferendas de Israel.

Êxodo 25:1-8

1
Então disse o Senhor a Moisés:

2
Fala aos filhos de Israel que me tragam uma oferta alçada; de todo homem cujo coração se mover voluntariamente, dele tomareis a minha oferta alçada.

3
E esta é a oferta alçada que tomareis deles: ouro, prata, bronze,

4
estofo azul, púrpura, carmesim, linho fino, pêlos de cabras,

5
peles de carneiros tintas de vermelho, peles de golfinhos, madeira de acácia,

6
azeite para a luz, especiarias para o óleo da unção e para o incenso aromático,

7
pedras de ônix, e pedras de engaste para o éfode e para o peitoral.

8
E me farão um santuário, para que eu habite no meio deles.
Trouxeram ouro, prata e bronze além de tecidos. Seguramente o povo tinha o seu evangelho, e este evangelho era o santuário, pois de forma tipológica tudo aquilo mostrava um salvador que morreria.
Além dos materiais citados anteriormente, Deus também pediu madeira (Acácia): Uma madeira que não apodrece nem se corrompe, a única encontrada no deserto do oriente. Jesus como tendo um corpo perfeito, carne perfeita e incorruptível. Jesus morreu e ressuscitou, sua carne não viu corrupção. Pediu-se também azeite - Jesus era ungido. As especiarias nos falam de adoração.
Devemos notar que as instruções dada por Deus a Moisés para construção do santuário, começam de dentro para fora. Lembre-se que Jesus falou que o que importa é o interior, o coração. Ele faz a mudança acontecer de dentro para fora. Ele muda o nosso coração até chegar ao exterior.
Sempre que estudarmos sobre Tabernáculo do povo de Israel, lembraremos que Deus pensou em nós. Que o evangelho do Santuário transportou a barreira do tempo e hoje ele é uma realidade em nossa vida, porque Cristo nosso Sumo Sacerdote intercede por nós ao Pai.
Continua....

O Santuário - uma doutrina de fé


O santuário era simbólico e temporário, pois não há redenção entre o sangue de animais e o perdão dos pecados. Mas era a sombra de coisas que haveriam de vir. Corretamente compreendido, levava os homens em direção a Deus. Ensinava a maior de todas as lições, pecado gera morte, assim, apresentava a necessidade da reconciliação, da importância da lei, da santidade de Deus, de seu grande amor.
Durante muito tempo o santuário passou a ser o tema do círculo de conversas dos israelitas, pois era um local onde o povo vinha confessar, sacrificar, festejar, pedir perdão ou apresentar crianças. O tema do santuário estava para Israel como a Bíblia está para o cristianismo.
Num longo período de 400 anos o povo de Israel permaneceu no Egito. Esse abismo de tempo quase os destruiu.(Ex 12:37).
Infelizmente não bastava a libertação para este povo, Deus desejava um concerto, uma aliança que formasse uma união nesse relacionamento entre um Deus capaz de fazer qualquer coisa para os tornar felizes e um povo teimoso, duro de coração e insensível.
O santuário apresentava de forma visível um culto ao único Deus verdadeiro, servia também como forte instrumento contra adoração dos falsos deuses. O povo de Deus nesta época era nômade, por esta razão o tabernáculo podia ser desmontado para ser transportado a outros lugares.
O tabernáculo foi erguido primeiro no deserto um ano depois da páscoa quando os Israelitas foram livrados da escravidão egípcia. Era uma barraca móvel com mobília portátil que podia ser transportada onde quer que eles lançassem acampamento.
Deus sabia que o povo precisava de uma presença visual, tanto que quando Moisés subiu ao monte Sinai e passou 40 dias ali, as pessoas impacientes juntaram ouro e fizeram um bezerro visível para adorá-lo em lugar de Deus, neste ato demonstraram a necessidade em seguir algo visível.
O santuário tem um propósito maior do que resolver o problema do pecado. Deus queria encontrar-se com o ser humano.
A direção do santuário tinha de ser invariavelmente para o leste ou nascente. Ex 27:12-16. Há razão para Deus ter ordenado a entrada ser do lado oriental e esta é lógica e grandiosa, para entrar no santuário a pessoa precisava dar as costas ao sol, deus dos pagãos.
Isso pode ser entendido na visão dada ao profeta Ezequiel, Ez 8:13-16.
Nessa visão, Deus mostra ao profeta qual era a maior abominação que ele já tinha visto, e que era a adoração do sol. Por isso, o ato da pessoa entrar no pátio do Santuário já mostrava que ela estava desprezando o maior deus pagão.
Uma pessoa não podia entrar por qualquer direção no santuário, como ela bem entendesse ou quisesse, ela tinha que entrar por um portão que ficava ao leste, assim, mostra-nos que só é possível chegar a Deus por um modo que Ele mesmo já definiu, não o que pensamos achar ser certo. Isto é tão sério que se os sacerdotes simplesmente não usassem a roupa certa servindo ao Senhor eles poderiam morrer Ex 28:2,43.
Jesus mesmo falou quanto a entrada no santuário, Ele disse "... entrai pela porta estreita". Mt 7:13,14; "...a porta estreita é que conduz a vida". Além disso disse também que "...aquele que não entra pela porta no curral das ovelhas, mas sobe por outra parte, é ladrão e salteador. Jo 10:1. Deus estava ensinando que só podemos ir pelo modo que ele mesmo informou, de acordo com suas cláusulas, Jesus Cristo é a porta, Ele é a cláusula, veja: “... em verdade, em verdade vos digo que eu sou a porta das ovelhas” Jo 10:7.
O Santuário montado sob a ordem do Senhor em Ex: 25:8, demonstrava que Deus desejava ter em sua companhia todos aqueles a quem o pecado tinha levado para longe, estes seriam convidados novamente a estarem perto, aqueles pelos quais seriam perdoados pelo sangue do verdadeiro Cordeiro vindouro, Jesus, que morreria na cruz um dia no futuro como o verdadeiro sacrifício.
A tipologia do santuário ainda apresenta diversas lições espirituais, hoje, ao povo de Deus. Ao contrário do que se pensa, mais do que um ritual que teve seu momento de importância tipológica entre os homens, este tema abrange um longo período, indo desde o Gênesis, quando encontramos traços, ligações, como se fossem pegadas que nos fazem lembrar um altar de sacrifícios, ou um cordeiro, assim, este assunto vai até o livro do Apocalipse, onde lemos João escrevendo "Abriu-se o templo de Deus, e foi vista a arca de sua aliança" Ap 11:19, como uma "sombra" tão grande que se projeta através dos séculos.
Um dos assuntos mais importantes de todo o Cannon Bíblico, pois não existe uma tipologia mais perfeita que apresente o plano de resgate de Deus em desejar salvar o homem do que o maravilhoso projeto do santuário. Esta mensagem ainda é capaz de trazer segurança, confiança e esperança num salvador que virá nas nuvens para acabar com o problema do pecado para sempre.
Deus agora estava através do santuário oferecendo não só uma maneira para que os Israelitas saíssem do "buraco do Egito" mas oferecia-lhes a oportunidade de morar com o Seu povo, estar entre eles, falar a eles e ouví-los, então surge uma proposta para Moisés: “e me farão o Santuário para que Eu possa habitar no meio deles”. (Ex 25:8 e 40).
Para o povo de Deus, o santuário deveria representar um pedacinho do céu na terra.
Continua....

Estudo sobre o SANTUÁRIO - Introdução


O estudo do santuário é uma descoberta tridimensional do evangelho, seu estudo pode significar um maior entendimento de verdades eternas, especialmente, da obra que Cristo realizou e está realizando em nosso favor.
As profecias de Daniel e Apocalipse estão cheias de símbolos relacionados ao Santuário, logo se pretendemos entendê-las devemos entender o Santuário.
Quanto da Bíblia fala do santuário? Quando vamos até o Pentateuco encontramos 45 capítulos sobre o santuário. Nos profetas, encontramos mais 45 e nos Salmos encontramos 150 versos específicos sobre o santuário. No NT encontramos muito também, pois em João encontramos Jesus cumprindo as festividades. No Apocalipse, encontramos sete partes sendo que cada uma inicia com algo do santuário. Nos escritos de Paulo e Pedro, encontramos o santuário. Jesus é o cordeiro, o sacerdote, a oferta, o propiciatório, a bacia da purificação, etc... Jesus é a concretização de todo o santuário. Portanto, é seguro dizer que na Bíblia temos mais sobre o santuário do que de qualquer outra coisa.
Independente da bandeira religiosa que se professe, este tema é válido para todos os cristãos. Mas para os Adventistas do Sétimo Dia existe um motivo especial para a pesquisa deste assunto. É que todo o seu conteúdo é base em forma de doutrina. Assim como a coluna vertebral está em importância para nosso corpo, o tema do santuário tem o seu valor para a IASD.
É através do tema do santuário que podemos encontrar os assuntos como: Justificação, santificação, glorificação, companheirismo, oração, responsabilidade, dedicação, perdão, amor, justiça, misericórdia, graça, juízo, a volta de Jesus, os mil anos o fim do pecado, além de identificarmos personagens como cada um de nós, Jesus, Deus, o Espírito Santo e os anjos, além de muitas outras coisas.
O santuário é o centro da informação do plano da redenção. O plano de Deus para salvar o pecador está centralizado no santuário. Isso pode ser comprovado na bíblia. Este ensino não está relacionado apenas com ritos ou símbolos, mas tem que ver com a salvação de todos os homens, em todo o tempo.
A doutrina do santuário mostra-nos que Deus realiza uma obra especial, com efeitos ou conseqüências eternas, descreve uma ação da parte de Deus que pode definir para sempre a salvação ou perdição dos homens.
O santuário também mostra a bondade e a beleza de Deus. Conseguiremos entender melhor sua bondade e beleza quando entendemos o ensino do santuário.
Que o estudo do santuário nos aproxime mais de Jesus e possamos entender melhor o Seu Amor.
Extraído do site: www.osantuario.com.br
continua.....

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