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Você se acha indigno, miserável e sem salvação? Então leia!

 
Não foi porque nós O amássemos primeiro que Cristo nos amou; mas, “sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8), Ele morreu por nós. Não nos trata segundo os nossos merecimentos. Embora nossos pecados mereçam condenação, Ele não nos condena. Ano após ano, tem lidado com a nossa fraqueza e ignorância, com nossa ingratidão e extravios. Apesar desses desvios, nossa dureza de coração, nossa negligência de Sua santa Palavra, Sua mão ainda se acha estendida para nós.
 
A graça é um atributo de Deus, exercido para com as indignas criaturas humanas. Não a buscamos, porém ela foi enviada a procurar-nos. Deus Se regozija de conceder-nos Sua graça, não porque somos dignos, mas porque somos tão completamente indignos. Nosso único direito a Sua misericórdia é nossa grande necessidade.
 
O Senhor Deus, por intermédio de Jesus Cristo, estende o dia todo a mão num convite aos pecadores e caídos. A todos receberá. Dá as boas-vindas a todos. É Sua glória perdoar ao maior dos pecadores. Ele tomará a presa ao valente, libertará o cativo, tirará do fogo o tição. Baixará a áurea cadeia de Sua misericórdia às mais baixas profundezas da ruína humana, e erguerá a degradada alma, contaminada pelo pecado.
 
Toda criatura humana é objeto de amoroso interesse por parte d'Aquele que deu a vida a fim de reconduzir os homens a Deus. Almas culpadas e impotentes, sujeitas a ser destruídas pelos ardis e artes de Satanás, são cuidadas como a ovelha do rebanho o é pelo pastor.
 
O exemplo do Salvador deve ser a norma de nosso serviço pelo tentado e o errante. O mesmo interesse e ternura e longanimidade que Ele tem manifestado para conosco, nos cumpre mostrar para com os outros.
 
“Como Eu vos amei a vós”, diz Ele, “que também vós uns aos outros vos ameis”. João 13:34.
 
Se Cristo habita em nós, manifestaremos Seu abnegado amor para com todos com quem temos de tratar. Ao vermos homens e mulheres necessitados de simpatia e auxílio, não devemos indagar: “São eles dignos?”, mas: “Como os poderei beneficiar?”
 
Ricos e pobres, elevados e humildes, livres e servos, todos são herança de Deus. Aquele que deu a vida para redimir os homens vê em toda criatura humana um valor que excede ao cálculo finito.
 
Pelo mistério e glória da cruz, devemos discernir Sua estimativa do preço de uma alma. Quando assim fizermos, sentiremos que a criatura humana, embora degradada, custou demasiado para ser tratada com frieza e desdém. Compreenderemos a importância de trabalhar por nossos semelhantes, para que sejam exaltados ao trono de Deus.
 
A moeda perdida da parábola do Salvador, conquanto se achasse na sujeira e lixo, era ainda um pedaço de prata. Sua possuidora buscou-a porque era de valor. Assim toda pessoa, ainda que desvalorizada pelo pecado, é aos olhos de Deus considerada preciosa. Como a moeda trazia a imagem e inscrição do poder dominante, assim apresentava o homem na sua criação a imagem e inscrição de Deus. Embora estejam ao presente manchadas e obscurecidas pela influência do pecado, os traços dessa inscrição permanecem em cada pessoa. Deus deseja readquiri-la para reimprimir sobre ela Sua própria imagem em justiça e santidade.
 
Quão pouco nos ligamos com Cristo em simpatia naquilo que devia ser o mais forte laço de união entre nós e Ele — a compaixão para com os depravados, culpados, sofredores, mortos em ofensas e pecados! A desumanidade do homem para com o homem, eis nosso maior pecado. Muitos pensam que estão representando a justiça de Deus, ao passo que deixam inteiramente de Lhe representar a ternura e o grande amor. Muitas vezes aqueles a quem eles tratam com severidade e rispidez se acham sob o jugo da tentação. Satanás está lutando com essas pessoas, e palavras ásperas, destituídas de simpatia, desanimam-nas, fazendo-as cair presa do poder do tentador.
 
Delicada coisa é o trato com a mente dos homens. Unicamente Aquele que conhece o coração sabe a maneira de levar o homem ao arrependimento. Só a Sua sabedoria nos pode dar êxito em alcançar os perdidos. Podeis erguer-vos inflexivelmente, pensando: “Sou mais santo do que tu”, e não importa quão correto seja o vosso raciocínio ou quão verdadeiras as vossas palavras, elas jamais tocarão corações. O amor de Cristo, manifestado em palavras e atos, encontrará caminho à alma, quando a reiteração do preceito ou do argumento nada conseguiria.
 
Necessitamos mais da simpatia natural de Cristo; não somente simpatia pelos que se nos apresentam irrepreensíveis, mas pelas pobres almas sofredoras, em luta, que são muitas vezes achadas em falta, pecando e se arrependendo, sendo tentadas e vencidas de desânimo. Devemos dirigir-nos a nossos semelhantes tocados — como nosso misericordioso Sumo Sacerdote — pelo sentimento de suas enfermidades.
 
Os motivos cristãos exigem que trabalhemos com um firme desígnio, um infatigável interesse e crescente insistência, por essas almas a quem Satanás está procurando destruir. Coisa alguma nos deve esfriar a fervorosa, anelante energia pela salvação dos perdidos.
 
Notai como através de toda a Palavra de Deus se manifesta o espírito de insistência, de implorar a homens e mulheres que se cheguem a Cristo. Devemo-nos apoderar de toda oportunidade, tanto em particular como em público, apresentando todo argumento, insistindo com razões de peso infinito para atrair homens ao Salvador. Com todas as nossas forças nos cumpre insistir com eles para que olhem a Jesus, e aceitem Sua vida de abnegação e sacrifício. Devemos mostrar que esperamos que eles deem alegria ao coração de Cristo, usando todos os Seus dons para honra de seu nome.
 
 
 
 
 
 


VINGANÇA



Não digas: Vingar-me-ei do mal, espera pelo Senhor, e Ele te livrará. Prov. 20:22.

A vingança é uma reação natural diante das injustiças. Poderia até ser considerada justa, do ponto de vista humano. É natural pensar que quem faz algo prejudicial contra outrem deve receber o que merece. Mas o conselho bíblico de hoje é: “Não digas: Vingar-me-ei do mal.”

Dá a impressão de que Deus quer que você aceite passivamente as injustiças. Por que o justo deve suportar em silêncio o abuso do injusto? A segunda parte do provérbio de hoje traz a resposta. A vingança causa mais dano a quem pratica do que a quem a recebe.

Qualquer tipo de vingança, antes de ser uma realidade, é um coquetel de emoções negativas: ódio, raiva, rancor, ira, mágoa e desespero. Esses são sentimentos próprios do coração natural. Mas o fato de serem naturais não significa que sejam corretos. Ao contrário, é um aglomerado de veneno que destrói as coisas mais puras que o ser humano tem. É como ácido que corrói valores, princípios e principalmente a paz do coração. Por isso, a promessa é: “Ele te livrará.” A pessoa vingativa vive em escravidão.

Outro dia, recebi a carta de um homem que matou o seu ex-sócio. Este havia se apoderado da empresa que era de ambos. “Eu confiei nele”, dizia a carta, “e ele me traiu.” Durante vários meses, a vítima do engano estudou a maneira de vingar-se. Foram meses de angústia, dor, vergonha, ódio, rancor e raiva, que o levaram a encomendar o assassinato do ex-sócio.

Lamentavelmente, hoje ele passa os dias, as semanas e os meses na cela de uma prisão. “Deveria estar feliz”, acrescenta na carta, “mas não estou. Meu coração continua sendo um poço de mágoa, raiva e ódio.”

Por isso, o provérbio de hoje diz: “Espera pelo Senhor, e Ele te livrará.” Livrará do que, se a injustiça já foi cometida? Ele o livrará do ódio, do rancor e da raiva, que são os piores algozes que uma pessoa pode carregar. O pior dano que alguém pode fazer contra você não é o ato de injustiça em si, mas o veneno que deixa em seu coração e que vai destruindo sua vida lentamente.

Você pode escolher livrar-se desse veneno. Peça forças a Deus e: “Não digas: Vingar-me-ei do mal; espera pelo Senhor, e Ele te livrará.” Tenha um dia feliz, sem mágoa nem rancor.


Escrito pelo Pr. Alejandro Bullón

Quando se está magoado...

Aprendi uma grande lição hoje e resolvi compartilhar com os amigos:


Todas as relações sociais exigem o exercício do domínio próprio, paciência e simpatia. Diferimos tanto uns dos outros em disposições, hábitos e educação, que variam entre si nossas maneiras de ver as coisas. Julgamos diferentemente. Nossa compreensão da verdade, nossas idéias em relação à conduta de vida não são idênticas sob todos os pontos de vista. Não há duas pessoas cuja experiência seja igual em cada particular. As provas de uma não são as provas de outra. Os deveres que para uma se apresentam como leves são para outra mais difíceis e inquietantes.

Tão fraca, ignorante e sujeita ao erro é a natureza humana que todos devemos ser cautelosos na maneira de julgar o próximo. Pouco sabemos da influência de nossos atos sobre a experiência dos outros. O que fazemos ou dizemos pode parecer-nos de pouca importância, quando, se nossos olhos se abrissem, veríamos que daí resultam as mais importantes conseqüências para o bem ou para o mal.

Não podemos permitir que nosso espírito se irrite por algum mal real ou suposto que nos tenha sido feito. O inimigo que mais carecemos temer é o próprio eu. Nenhuma forma de vício tem efeito mais funesto sobre o caráter do que a paixão humana quando não está sob o domínio do Espírito Santo. Nenhuma vitória que possamos ganhar será tão preciosa como a vitória sobre nós mesmos.

Não permitamos que nossa sensibilidade seja facilmente ferida. Devemos viver, não para vigiar sobre a nossa sensibilidade ou reputação, mas para salvar pessoas. Quando estamos interessados na salvação das pessoas, deixamos de pensar nas pequenas diferenças que possam levantar-se entre uns e outros na associação mútua. De qualquer sorte que os outros pensem de nós ou conosco procedam, nunca será necessário que perturbemos nossa comunhão com Cristo, nossa companhia com o Espírito.

Se nos forem dirigidas palavras impacientes, nunca respondamos no mesmo tom. Lembremo-nos de que "a resposta branda desvia o furor". Prov. 15:1. Há um poder maravilhoso no silêncio. As palavras ditas em réplica a alguém encolerizado por vezes servem apenas para o exasperar. Mas se a cólera encontra o silêncio, e um espírito amável e paciente, em breve se esvai.

Sob uma tempestade de palavras ferinas e acusadoras, conservemos apoiado o espírito na Palavra de Deus. Que o espírito e o coração sejam repletos das promessas divinas. Se somos maltratados ou acusados injustamente, em vez de responder com cólera, lembremos a nós mesmos as preciosas promessas: "Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem." Rom. 12:21.

"Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nEle, e Ele tudo fará. E Ele fará sobressair a tua justiça como a luz; e o teu juízo, como o meio-dia." Sal. 37:5 e 6.

Em Sua misericórdia e fidelidade, Deus permite muitas vezes que falhem aqueles em quem depositamos confiança, a fim de que possamos compreender quanto é insensato confiar nos homens e apoiar-nos na carne. Confiemos inteira, humilde e desinteressadamente em Deus. Ele conhece as tristezas que nos consomem no mais profundo do ser e que não podemos exprimir. Quando tudo nos parece escuro e inexplicável, lembremo-nos das palavras de Cristo: "O que Eu faço, não o sabes tu, agora, mas tu o saberás depois." João 13:7.

Enquanto estivermos no mundo, encontraremos influências adversas. Haverá provocações para ser provada a nossa índole; e é enfrentando-as com espírito reto que as virtudes cristãs são desenvolvidas. Se Cristo habitar em nós, seremos pacientes, bondosos e indulgentes, alegres no meio das contrariedades e irritações.

Dia após dia, e ano após ano, venceremos a nós próprios e cresceremos num nobre heroísmo. Tal é a tarefa que sobre nós impende; mas não pode ser cumprida sem o auxílio de Jesus, firme decisão, um alvo bem determinado, contínua vigilância e oração incessante. Cada um tem suas lutas pessoais a travar. Nem o próprio Deus pode tornar nosso caráter nobre e nossa vida útil, se não colaborarmos com Ele. Quem renuncia à luta perde a força e a alegria da vitória.

Não precisamos guardar nosso próprio registro das provas e dificuldades, dos desgostos e tristezas. Todas essas coisas estão escritas nos livros, e o Céu tomará o cuidado delas. Enquanto relembramos as coisas desagradáveis, passam da memória muitas que são gratas à reflexão, como a misericordiosa bondade de Deus que nos rodeia a cada instante e o amor, de que os anjos se maravilham, com que deu Seu Filho para morrer por nós.

Em vez de pensarmos em nossos desânimos, pensemos na força de que podemos dispor em nome de Cristo. Que nossa imaginação se fixe nas coisas invisíveis. Que os pensamentos se dirijam para as evidências do grande amor de Deus por nós. A fé pode sofrer a prova, vencer a tentação, suportar o insucesso. Jesus vive como nosso advogado. Tudo o que nos assegura a Sua mediação nos pertence.

Deus não permite que um de Seus filhos seja abandonado, a lutar sozinho contra forças superiores, e que seja vencido. Preserva, como jóia preciosa, todo aquele cuja vida está escondida com Cristo nEle. De cada um destes diz: Eu "te farei como um anel de selar; porque te escolhi." Ageu 2:23.

Ele não nos esquece nem um só instante. Quando, apesar das circunstâncias desagradáveis, repousamos confiadamente no Seu amor e mantemos nossa comunhão com Ele, o sentimento da Sua presença inspirará uma alegria profunda e tranqüila. De Si disse Cristo: "Nada faço por Mim mesmo; mas falo como o Pai Me ensinou. E Aquele que Me enviou está comigo; o Pai não Me tem deixado só, porque Eu faço sempre o que Lhe agrada." João 8:28 e 29.


Mostremos ao mundo que não há insucesso na vida com Deus.

Texto extraído do livro A Ciência do Bom Viver

FELIZ SÁBADO!!!!!!!




Se alguém quiser fazer a vontade dEle, conhecerá a respeito da doutrina, se ela é de Deus ou se eu falo por Mim mesmo. João 7:17

É de suma importância, então, que nos familiarizemos com as sagradas instruções da Bíblia. Compreender as palavras de vida é tão necessário para nós como foi para os discípulos serem informados sobre o plano da salvação.
Seremos indesculpáveis se, por nossa própria negligência, formos ignorantes quanto às afirmações da Palavra de Deus. Ele nos deu a Sua Palavra, a revelação da Sua vontade, e prometeu o Espírito Santo àqueles que Lhe pedirem, para guiá-los em toda verdade. E todo ser que honestamente deseja fazer a vontade de Deus deve conhecer a doutrina. [...]
É de suma importância e interesse para nós que entendamos o que é a verdade, e nossas petições devem subir com intenso fervor para que possamos ser guiados a toda verdade (RH, 7/2/1888).
A partir de fevereiro/2009 estaremos postando asssuntos como: Santuário, as profecias de Daniel e Apocalipse, Saúde, Música e o Sábado.
Abraços a todos

DESEMBARAÇANDO OS FIOS

Havia uma tecelagem onde se fabricavam tecidos muito finos. Quando em dado momento os fios se embaraçavam, o operador devia tocar uma campainha, para ser atendido por um funcionário especializado, que punha as coisas em ordem novamente. Certa ocasião, entretanto, depois de um rapazinho ter pedido o auxílio do funcionário especializado e recebido assistência, um operário antigo na fábrica achou que ele próprio já sabia o suficiente, e podia passar sem o auxílio especializado.
Então, quando novamente os fios se embaraçaram, ele mesmo tentou arrumar. Seus fios, porém, ficaram terrivelmente emaranhados e o estrago foi muito grande. Quando, enfim, ele chamou o especialista, disse-lhe: 'Mas eu fiz o meu melhor!'. O especialista replicou: 'O seu melhor é chamar por mim.'
Quantas vezes nós tentamos solucionar os problemas da vida por nós mesmos. Nós achamos que 'nós sabemos'. Quanto mais rapidamente eles seriam resolvidos se os levássemos ao Divino Especialista. 'Fazer o nosso melhor' é chamar pelo Mestre.
Essa é a mensagem que Deus tem para você. Se você se encontra num beco sem saída, e não sabe o que fazer para resolver seu problema, você não acha que a ocasião é certa para buscar ajuda de um Deus que tudo pode?
Ele não que vê-lo debatendo-se em tensão, angústia, preocupação e desespero. Ele quer vê-lo calmo, tranqüilo, desfrutando da vida que Ele lhe deu, descansando n'Ele, confiante de que Ele pode resolver seu problema, pois para Ele não há impossibilidades. Disse também que a impossibilidade do homem é a oportunidade de Deus. Então por que lutar sozinho?
Experimente buscar a Deus e tenha a certeza. Ele virá em seu socorro:
'Entrega o teu caminho ao Senhor, confia n'Ele e Ele tudo fará'Salmos, capítulo 37, verso 4.
Permita que Deus faça por você o que você mesmo não pode fazer, porque Ele nunca desampara os que n'Ele confiam. Isso é o melhor que você pode fazer. Experimente!!!!!! você vai gostar da experiência.

Coração puro e espírito inabalável

Como o nosso dia-a-dia pode nos ensinar lições tão maravilhosas. Era assim que Cristo ensinava a multidão. Aconteceu comigo enquanto fazia as tarefas de casa. Alguns que me conhece sabem, que dos afazeres domésticos, o que não gosto muito de fazer é lavar pratos. Gosto de arrumar a casa, passar pano nos móveis, no piso, varrer, lavar e passar a roupa, enfim, tudo menos lavar pratos (rsrs), mas foi lavando pratos que tirei algumas lições muito importantes para minha vida. Toda dona de casa sabe que o trabalho é contínuo. O que você fez ontem não se aproveita muita coisa. A casa precisa ser limpa todos os dias. E quando acontece de você marcar AQUELA faxina para arrumar o quarto da bagunça!!Sempre fica pra amanhã e o amanhã nunca chega, acumula mais tralha, até o dia em que você toma coragem e começa a arrumar tudo. Já aconteceu comigo. Tive mais dificuldades, levei mais tempo pra terminar. Mas quando terminei oh!! sensação gostosa de ver a casa limpinha , cheirosa e o dever cumprido.

A vida espiritual não é diferente, o nosso corpo é como uma casa, sujo, cheio de pecado, que precisa ser purificado todos os dias. Se demoramos, fica difícil, nunca impossível de mudar, pois Deus não invade a nossa vontade. A limpeza acontece quando permitimos que o Senhor nos purifique. Davi compreendeu este ensinamento Cria em mim, ó Deus um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável” (sal.51:10). O alimento espiritual de ontem serviu para aquele dia, o novo dia necessita de mais comunhão com Deus. É muito importante buscar a Sua Presença logo de manhã, era assim que Davi fazia “De manhã, Senhor, ouves a minha voz; de manhã te apresento a minha oração e fico esperando.”(sal. 5:3). Somos o templo do Espírito Santo, Ele habita em nós, somos sagrados, está escrito em l cor.3:16,17. Estamos num processo de santificação e ele é diário, que todos nós comecemos a ter um relacionamento mais íntimo com Deus começando pela manhã. Ele nos deixou uma linda promessa: “ Bem-aventurado aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas”. (apoc. 22:14).
Escrito por Tânia Ferro

"Até Quando Coxeareis Entre Dois Pensamentos?"


Em nossos dias precisamos responder à mesma pergunta que Elias fez no Monte Carmelo.
Talvez quando você ouvir isto, perceberá que é um daqueles que tentam ficar em cima do muro, quando se apresenta a palavra de Deus. Por um lado, está o mundo com propostas de felicidade que foge do que a Biblia ensina. Por outro lado, você é desafiado pelas afirmações simples da Escritura.
Você entende que Deus quer ser adorado em espírito e verdade (João 4:23).
Você não deve ficar em dúvida sobre o que vai fazer. Você pode aceitar o desafio que Paulo ofereceu: "Julgai todas as cousas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma de mal" (1 Tessalonicenses 5:21-22).
Você tem fé e coragem para abandonar todas as práticas e ensinamentos humanos para servir ao Senhor?
Deus nos oferece a oportunidade para ficarmos livres, mas precisamos ter a coragem de por em prática o que estamos aprendendo na sua Palavra. Tiago disse: "Portanto, despojando-vos de toda impureza e acúmulo de maldade, acolhei, com mansidão, a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar a vossa alma. Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos" (Tiago 1:21-22).
Quando Elias pediu que os israelitas fizessem uma escolha entre o Senhor e Baal, o silêncio parecia "falar ruidosamente" por si mesmo. Eles optaram por não dizer nada. Mas quando eles nada disseram, acabaram revelando os pensamentos e intenções de seus corações.
Eles não queriam tomar uma decisão. Por que eles precisavam fazer uma escolha? Eles gostavam do seu modo de vida mundano. O povo gostava da falsa liberdade que tinha. Tanto homens como mulheres já demonstraram ao longo da história que é muito mais "divertido" seguir os desejos do coração do que a vontade de Deus.
Eles tinham medo de dar uma opinião. Como você se sentiria naquele momento? Acabe, que havia convocado aquele encontro público, estava em pé ao lado de Elias quando o profeta idoso pediu que Israel escolhesse entre aqueles falsos deuses e o Deus único e verdadeiro.
O seu silêncio era previsível. Mesmo que eles estivessem inclinados a adorar e servir apenas ao Senhor Deus, seria necessário ter muita coragem e fortes convicções para se pronunciar em favor do Deus verdadeiro. Não é surpresa lermos que "o povo nada lhe respondeu".
Todos nós hoje em dia devemos observar cuidadosamente o que aconteceu geração após geração com os filhos de Israel. Com que rapidez eles se afastaram da vontade de Deus e passaram a adorar ídolos! Com que facilidade eles parecem ter esquecido tudo o que Deus havia feito por eles!
Mesmo com o passar dos séculos, a pergunta feita por Elias continua ecoando com a mesma força que soou aquele dia no monte Carmelo, quando ecoou e reverberou por desfiladeiros, vales e planícies ao pé daquela cadeia montanhosa: Até quando coxeareis entre dois pensamentos?
Você está confuso? Em buscas das respostas?
Um cristão indeciso ou com uma mente dividida, normalmente está com um dos pés colocado firmemente neste sistema mundano em que vivemos e o outro pé, de uma maneira muito tentadora, no reino de Deus.
Os cristãos que tem a mente dividida ainda não tomaram a decisão de seguir totalmente Jesus.
Assim como Ló e sua família, decidimos segurar na mão de Deus, mas o estamos seguindo apenas parcialmente. Em nosso coração, não queremos sair de Sodoma. Quer reconheçamos isso ou não, é lá onde preferimos estar.
Alguns cristão dão a mesma resposta de Ló. Eles relutantemente “andam para frente”, mas continuam olhando para trás.
Existem muitos cristãos que agem como filhos de Israel no monte Carmelo. Quando lhe perguntam a quem eles irão servir, eles nada dizem. Quando isso acontece, o silencio diz tudo!
Assim como filhos de Israel, nós não queremos tomar decisão. Então, pra que fazer uma escolha se podemos ter “o melhor de dois mundos”?
Assim como os filhos de Israel gostamos de viver de uma maneira mundana. Isso não é surpresa alguma. Na verdade, essa é a história da humanidade. A Bíblia descreve o pecado como algo atraente. Moisés relutou em tomar essa decisão pelos mesmos motivos que nós o fazemos.
Felizmente, lemos nas Escrituras que ele preferiu "ser maltratado junto Com o povo de Deus a usufruir prazeres transitórios do pecado" (Hb 11:25).
Muitas vezes ignoramos uma frase muito importante nessa declaração bíblica. Os "prazeres do pecado" são "transitórios", duram pouco tempo! Eles nunca nos satisfazem completamente.
Vamos de uma experiência para outra, mas nunca estamos satisfeitos.
Todos nós somos tentados. Em minha própria vida, pude ver que muitas vezes o pecado parece algo atraente! Sempre foi assim, ainda mais quando visto à distância! A grama sempre parece ser mais verde no quintal do vizinho. Algumas vezes me descobri dividida - parada, olhando para os dois lados - e até mesmo andando na direção errada.
Você tem medo de tomar a decisão correta porque tem medo da rejeição? Deus entende essa tensão, mas ele quer que você siga a verdade. Ele quer que você tome as decisões corretas. Jesus Cristo deve vir em primeiro lugar em sua vida, e não os seus valores culturais.
Você está indeciso porque simplesmente não quer tomar uma decisão?
Você está indeciso porque gosta de viver de uma maneira mundana?
Você está indeciso porque tem medo de se posicionar?
Enquanto avalia a sua vida e as causas de sua indecisão, ore e peça ao Espírito Santo que lhe mostre por que isso está ocorrendo em sua vida.
Até quando vamos vacilar entre servir a Deus e servir ao mundo?
Pensemos nisso!!!

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