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Tsunami e o Alerta Espiritual

(adaptado do texto de autor desconhecido)

"... Assim como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó Deus! A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando entrarei e me apresentarei ante a face de Deus?" (Salmos 42:1-2)

Recentemente, a humanidade presenciou perplexa uma das maiores fúrias da natureza que, em minutos, ceifou milhares de vidas humanas. Na ilha de Sumatra, na Indonésia, um terremoto seguido de maremoto, fez surgir na costa asiática ondas gigantes, conhecidas como tsunami. O monstro impiedoso e insensível, que não cogitou a idade, o sexo, a nacionalidade, a posição social e os projetos de vida de suas vítimas, agiu de forma cruel. Sem aviso.

Há muito a falar sobre o assunto. Ressaltaremos, entretanto, apenas dois fatos que nos chamaram a atenção. Primeiro, por não haver um sistema de alerta adequado, como, por exemplo, sismógrafos, que pudesse ter alertado as pessoas a saírem do raio de ação do tsunami, milhares morreram sem chances de reação. Segundo os que perceberam o inexplicável desespero de elefantes, que instintivamente fugiam para os lugares mais altos e distantes das praias, ganharam, como recompensa, suas próprias vidas. Queremos ponderar sobre esses dois fatos e extrair algumas lições.

Os homens julgam não ser lucrativo investir em países pobres, implantando neles tecnologia que produza informações que ajudem as pessoas a se anteciparem às catástrofes como a que vimos. Deus, entretanto, por amar a humanidade e considerá-la preciosa para Si, já estabeleceu Seu próprio sistema de aviso.

O propósito para o qual o homem foi criado e os detalhes dos fatos que antecederão a segunda vinda de Cristo, já nos foram plenamente antecipados. Ele quer preencher o homem com Sua própria vida e pretende voltar para estabelecer Seu reino, inicialmente por mil anos nos Céus, depois, por toda a eternidade na Terra. Sua vinda está muito próxima. Para alguns, ela será fonte de grande regozijo, mas para outros, será como um tsunami sem precedentes.

Felizmente, Deus tem espalhado "sismógrafos espirituais" em todos os lugares e em todas as épocas. Na verdade, depois da criação, Ele nunca deixou de compartilhar com o homem os detalhes de Seus projetos (Am 3:7).

O próprio Senhor Jesus, ao ser questionado dos acontecimentos que antecederiam Sua volta, afirmou que ela não viria sem que primeiro viessem impostores afirmando ser Cristo e ocorressem guerras e rumores de guerras, lutas entre as nações, fome, terremotos, a morte de discípulos, o esfriamento do amor de quase todos e a pregação do evangelho do reino em todo o mundo (Mateus 24:3-14).

De fato, as nações se organizam para o surgimento do anticristo, a moral do homem se degrada diariamente, a natureza se enfurece em catástrofes, os homens se odeiam cada vez mais, e Deus é banido das vidas daqueles que Ele criou. Esses são sinais tão claros que é impossível negar que já não os vimos. O que você agora está lendo, não é um mero artigo cristão, mas um seguro "sismógrafo" a indicar a proximidade do fim.

Se os sinais externos já nos são convincentes, que diremos do alerta de Deus a pulsar em nosso interior? Como os elefantes da Indonésia, que ouviram a voz de seus instintos, estamos também a todo tempo, ouvindo a voz silenciosa de Deus em nosso interior. Esse falar faz-nos sentir que nossa vida, apesar de repleta de atividades, não possui satisfação e descanso.

Embora sejamos úteis às pessoas, ainda nos achamos tão imprestáveis. Estudamos, trabalhamos, realizamos algo e, no fim, parece que nada fizemos. Nos momentos em que nos aquietamos, a vontade que temos é de chorar, pois não sabemos explicar a dor interior que sentimos. Que inquietação é esta em nosso interior? A resposta é simples: Deus está reclamando Seu legítimo lugar no mais profundo de nosso ser. Possuímos uma sede que só Ele pode saciar (Salmos 42:1,2).

Você está atento aos fatos que informam a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo? Tem sentido carência de vida em seu interior? Qual tem sido sua reação diante dos sinais exteriores e interiores que Deus já lhe concedeu?

Sugerimos a leitura dos textos bíblicos a seguir: Lucas 13:1-5; Mateus 24:3-14,27,28,32-44; 1Coríntios 15:15-22; 1Ts 5:1-3; 2Ts 2:1-12; 2Timóteo 3:1-9.

Que Deus nos abençoe a todos, neste tempo, enquanto há tempo.

REFLEXÃO: "Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto" (Isaías 5:6)

Mateus 24:22 - UM ALERTA AO MUNDO

E se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias.(Mateus 24:22)

O Salvador dá sinais de Sua vinda e, mais que isto, fixa o tempo em que aparecerão os primeiros desses sinais: " Declara que podemos conhecer quando Ele está perto, às portas. Ele diz daqueles que vêem estas coisas: "Não passará esta geração sem que todas estas coisas aconteçam." Mat. 24:34. Estes sinais apareceram. Agora sabemos com certeza que a vinda do Senhor está às portas. "O céu e a Terra passarão, mas as Minhas palavras não hão de passar." Mat. 24:35. ( Livro O Grande Conflito, 632)

A repetição de fatos é notório em todo o mundo, porém com relação aos dias abreviados é notada somente agora e é um alerta para todo o mundo.Deus não quer que ninguém se perca. A decisão está em nossas mãos.

Cumprimento de profecia:

Terremoto moveu costa do Japão, alterou equilíbrio da terra e reduziu duração dos dias.

A costa do Japão pode ter se movido cerca de quatro metros para leste após o terremoto de magnitude 8,9 que atingiu o país na última sexta-feira, afirmaram especialistas.

Dados da rede japanesa Geonet - recolhidos de cerca de 1.200 estações de monitoramento por satélite - sugerem que houve um deslocamento em grande escala após o terremoto.

Roger Musson, da agência geológica britânica (BGS, na sigla em inglês), disse á BBC que o movimento ocorrido após o terremoto era 'compatível com o que acontece quando há um terremoto deste porte'.

O terremoto provavelmente mudou o equilíbrio do planeta, movendo a terra em relação a seu eixo em cerca de 16.5 cm. O tremor também aumentou a velocidade da rotação da Terra, diminuindo a duração dos dias em cerca de 1.8 milionésimos de segundo.



É HORA DE ACORDAR!!!!!!!!

O Tempo de estarmos com Cristo está chegando...Leia com Atenção

Acontecimentos que oorreram no Japão e em outros lugares me fez refletir no tempo em que estamos vivendo. Está na hora de acordarmos queridos amigos...


Necessitamos entender mais claramente o que está em jogo no grande conflito em que nos achamos empenhados. Precisamos compreender com mais plenitude o valor das verdades da Palavra de Deus, e o perigo de permitir que nosso espírito seja delas desviado pelo grande enganador.

O infinito valor do sacrifício requerido para nossa redenção revela que o pecado é um tremendo mal. Pelo pecado, perturba-se todo o organismo humano, a mente é pervertida, corrompida a imaginação. O pecado tem degradado as faculdades da alma. As tentações exteriores encontram eco no coração, e os pés se volvem imperceptivelmente para o mal.

Como foi completo o sacrifício feito em nosso favor, assim deve ser a nossa restauração da desonra do pecado. Nenhum ato de impiedade será desculpado pela lei de Deus; injustiça alguma lhe pode escapar à condenação. A ética evangélica não reconhece nenhuma norma senão a perfeição do caráter divino. ...

Não se podem endireitar os erros, nem operar reformas na conduta mediante alguns fracos e intermitentes esforços. A formação do caráter não é obra de um dia, nem de um ano, mas de uma existência. A luta pela conquista do eu, pela santidade e o Céu, é uma luta que se prolonga por toda vida. Sem contínuo esforço e atividade constante, não pode haver progresso nem ganho da coroa da vitória.

A mais vigorosa prova da queda do homem de uma condição mais elevada é o quanto lhe custa retroceder. O caminho de volta só pode ser conquistado por meio de luta cruel, momento a momento. A qualquer tempo, por uma ação precipitada, desprecavida, podemos lançar-nos sob o poder do mal; requer, porém, mais que um momento o quebrar as cadeias e atingir a uma vida mais santa. Pode-se formar o desígnio, começar a obra; sua realização, porém, requererá fadiga, tempo, perseverança, paciência e sacrifício.

Não podemos permitir o agir por impulso. Não podemos estar despercebidos nem por um momento. Assaltados por inúmeras tentações, devemos resistir firmes, ou seremos vencidos. Se chegássemos ao fim da vida com nossa obra por fazer, isso importaria em perda eterna.

A vida do apóstolo Paulo foi um constante conflito com o próprio eu. Ele disse: "Cada dia morro." I Cor. 15:31. Sua vontade e seus desejos lutavam cada dia com o dever e a vontade de Deus. Em vez de seguir a inclinação, ele fazia a vontade de Deus embora crucificando a própria natureza.

Ao fim de sua vida de conflito, olhando para trás, às lutas e triunfos da mesma, pôde dizer: "Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo Juiz, me dará naquele dia." II Tim. 4:7 e 8.

A vida cristã é uma batalha e uma marcha. Nesta guerra não há trégua; o esforço deve ser contínuo e perseverante. É assim fazendo que mantemos a vitória sobre as tentações de Satanás. A integridade cristã deve ser buscada com irresistível energia, e mantida com resoluta rigidez de propósito.

Ninguém será levado para o alto sem árduo e perseverante esforço em prol de si mesmo. Todos têm de se empenhar por si nessa luta; nenhuma outra pessoa pode combater os nossos combates. ...

Não temos tempo a perder. Não sabemos quão rápido nosso tempo de graça pode se encerrar. Quando muito, não teremos senão o curto espaço de uma existência aqui, e não sabemos quão breve a seta da morte pode nos ferir o coração. Não sabemos quão pronto seremos chamados a abandonar o mundo e todos os seus interesses. Estende-se diante de nós a eternidade. A cortina está a ponto de se erguer. Uns poucos anos apenas, e para todos os que ora são contados entre os vivos, sairá o decreto:

"Quem é injusto faça injustiça ainda; ... e quem é justo faça justiça ainda; e quem é santo seja santificado ainda." Apoc. 22:11.

Estamos nós preparados? Conhecemos a Deus, o Governador do Céu, o Legislador, e a Jesus Cristo a quem Ele enviou ao mundo como Seu representante? Quando a obra de nossa vida terminar, estaremos aptos a dizer, como Cristo, nosso exemplo:

"Eu glorifiquei-Te na Terra, tendo consumado a obra que Me deste a fazer. Manifestei o Teu nome"? João 17:4 e 6.

Extraído do Livro Reavivamento e seus Resultados, págs 59-62

UMA MENSAGEM DE ADVERTÊNCIA - A Nossa Mensagem Impopular

Volto ao assunto da nossa própria e distinta mensagem para o mundo que vive os últimos dias da sua errante História. Um mundo que cada vez mais se apronta, de ambos os lados da barricada, para o confronto final que, enfim, decidirá o destino das almas, e no qual os Adventistas do Sétimo Dia deverão ser - e serão mesmo! - agentes de primeira linha.

De nossa parte, é crítica a constante colocação desse momento sempre no futuro. Usamos e abusamos de expressões "quando for o fim", "quando vierem as perseguições", "quando tivermos de fugir", etc., atirando-as para um futuro que parece estar sempre demasiado distante para que, de fato, tenhamos de nos preocupar com isso... Ora, a não mudar essa atitude, sucederá que o momento chegará... e continuaremos a olhá-lo como se estivesse lá longe, num porvir que ainda não vislumbramos.

Daqui vem que não podemos desperdiçar um momento que seja. Devemos agir como se hoje fosse (e não será que é mesmo?!) o momento exato para soltar o último grito, a derradeira advertência. Mesmo dentro de portas...

Se pudéssemos contemplar o semblante dos anjos que nos vigiam, creio que eles estariam abismados com a indiferença com que, mesmo entre nós, olhamos os tempos. Continuamos a agir como se nada de decisivamente empolgante estivesse às portas, como se o escoar do tempo não fosse motivo de séria e final ponderação. Quantas vezes, diariamente exercemos a mesma rotina de inutilidade e proveito em termos eternos. E até nos rimos e folgamos, como se tudo estivesse perfeitamente bem.

Contudo, quando ouvimos uma pregação ou meditação sobre, por exemplo, o Sábado, ficamos felicíssimos por conhecer a verdade e respeitar a ordem bíblica para a observância do verdadeiro dia do Senhor, refastelando-nos confortavelmente nos bancos da igreja, como que saboreando cada palavra dessa verdade. Até somos capazes de cumprimentar efusivamente o pregador por ter explanado de forma tão clara e irrefutável essa crença que, sabemos, é tão decisiva. Alegra-mo-nos uns com os outros pela partilha de tão solene preceito e ficamos convencidos que estamos no rumo certo e na verdadeira igreja de Deus.

Tudo isto é verdade; mas ainda uma outra razão reside à nossa alegria e correspondente comportamento: é que, naquele caso, são os outros que estão errados! São os católicos e os protestantes dominicais que estão em erro claro e nítido face à luz que emana das Sagradas Escrituras.

Mas, erga-se a voz do pregador para denunciar - também e sempre à luz da Bíblia e do Espírito de Profecia - os maus hábitos alimentares, as más escolhas de vestuário, os locais ímpios que são frequentados, as desavenças entre irmãos, etc., que existem entre nós, eis que a alegria se desfaz e logo essas palavras são entendidas como um uso indevido do púlpito, um inclemente apontar de dedo!

Aí, já menos relevo assume a verdade bíblica e a mensagem de arrependimento que se pretende passar; tudo se esvai quando essa mensagem não convém nem interessa aos nossos gostos e sentimentos não santificados. A este propósito, veja-se a quantidade de vezes que os textos da irmã White são citados (e bem) para defender a verdade bíblica que advogamos, um momento sempre apreciado por todos, em contraste com o semblante apreensivo que toma conta de quase todos, sejam as suas palavras de repreensão trazidas aos ouvidos da assembleia...

Cruelmente, a Bíblia e a palavra inspirada torna-se uma mensagem mais impopular dentro do que fora da Igreja - mas isso não é pela mensagem em si, mas sim pela falta de vontade em conformar, adequar os nossos comportamentos e decisões à verdade bíblica. Dito de outra forma, escolhemos ficar como estamos em vez de aceitar o caminho de arrependimento, humilhação, confissão e conversão.

Escreveu a irmã White em Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 122:

"Temos muito mais a temer de dentro [da Igreja] do que de fora. (...) Mas quantas vezes se têm os professos defensores verdade demonstrado o maior entrave ao seu progresso! A incredulidade com que se contemporiza, as dúvidas expressas, as sombras acariciadas, animam a presença dos anjos maus, e abrem o caminho para a execução dos ardis de Satanás".

Será que isto deixou de ser verdade? Ou será que é verdade mais do que nunca?

Há uma reforma e um reavivamento a fazer entre o povo? Sim, com certeza! Mas ficar somente por essa constatação ou pela eloquência das palavras é pouco mais do que nada!

"Ali haverá choro e ranger de dentes" é uma expressão bem conhecida da Escritura, que descreve a experiência daqueles que se perdem. E, espantosamente ou talvez não, entre eles estão alguns elementos que não julgariam pertencer a esse grupo.

Leia estes versos e pense quem serão aqueles que destaquei com o sublinhado:

"Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes Abraão, e Isaque, e Jacó, e todos os profetas no reino de Deus, e vós lançados fora" (Lucas 13:28).

"Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes (Mateus 25:30).

"E os filhos do reino serão lançados nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes" (Mateus 8:12).

Mantenha-mo-nos todos atentos e recetivos às vozes que hoje mesmo nos chamam para fora desse coro de tragédia; amanhã pode ser tarde demais para fazê-lo.

Ele Virá!!

A Igreja Adventista do Sétimo Dia vem pregando por todos esses anos sobre a Volta de Jesus. Já se passaram várias gerações desde aquele desapontamento de 1844, e pode - se perceber ao longo da história que sempre existiu aqueles que perseveraram na promessa do advento e aqueles que simplesmente desistem no meio do caminho. Não me refiro apenas àqueles que deixam a fé para seguir os largos caminhos do mundo, mas também dos que permanecem na igreja participando de suas atividades, porém, sem viver o primeiro amor.
Deus nos pede que não andemos na mornidão e por isso nos deixou sinais, para que estivéssemos sempre alertas e vigiando em oração. Todo o dia, é visto em noticiários sobre fome, doenças, catástrofes, injustiças, crueldade, corrupção, guerras, intrigas, inimizades, inveja, etc. Enquanto na Bíblia diz que “Assim também vós: quando virdes todas essas coisas, sabeis que está próximo, as portas.” (Mat. 24:33), tudo isso se tornou “normal”, não sendo mais impactante, demonstrando a triste situação laodiceana que nos encontramos.
O Senhor tem constantemente apelado ao coração de Seus filhos através do Espírito Santo, “Eis que estou a porta e bato...”, porque quer que todos cheguem ao arrependimento e vivam eternamente com Ele. O momento de buscar a Deus é hoje, enquanto se pode achá-Lo, em Apocalipse 10:6; 22:12 e 1:3 está escrito: “... Já não haverá demora... E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada segundo as suas obras... Bem-Aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo, ou seja, não há mais tempo para se negligenciar o estudo da Palavra de Deus, a oração e a pregação do evangelho, nascemos para ser missionários.
Que possamos atender ao conselho do apóstolo Paulo em Romanos 13:11,12: “Façam isso, compreendendo o tempo em que vivemos. Chegou a hora de vocês despertarem do sono, porque agora a nossa salvação está mais próxima do que quando cremos. A noite está quase acabando; o dia logo vem. Portanto, deixemos de lado as obras das trevas e revistamo-nos da armadura da luz.”
Jesus nos prometeu que voltará e podemos ler esta promessa na Sua Palavra em João 14:3 “... VOLTAREI e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou estejais vós também.” e com certeza Ele vai cumprir. Nesse grande dia novamente haverá dois tipos de pessoas, aquelas que ouvirão a voz de Deus dizer: Nunca vos conheci. Apartai – vos de Mim, os que praticais a iniqüidade.” (Mat. 7:23) e as que ouvirão o Senhor dizer: Vinde, benditos de Meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo”. (Mat. 25:34)
O que você ouvirá nesse grande dia?
PREPARE - SE!! Ora vem Senhor Jesus!!
Por Tânia Ferro

Sinais da vinda de Jesus


Este estudo foi extraído do livro No limiar do Tempo Do Fim
Muitas são as promessas registradas na Bíblia, mas com toda segurança, a mais lembrada e esperada nos últimos dois mil anos pelos cristãos do mundo inteiro é a seguinte:
[a]
"Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim eu vo-lo teria dito, pois vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver estejais vós também" (João 14:1-3).
Jesus Cristo, depois de sua morte e ressurreição no ano 31 de nossa era, subiu aos céus prometendo que voltaria para destruir a maldade e instaurar seu reino onde a paz e a felicidade eternas serão estabelecidas. [b] Será possível conhecer a data deste evento? O próprio Jesus responde:

"Porém daquele Dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, mas unicamente meu Pai... Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. Por isso, estai vós apercebidos também, porque o Filho do Homem há de vir à hora em que não penseis"(Mateus 24:36,43,44).
É por esta razão que não devemos nos deter em especulações quanto às datas, que Deus não revelou. Jesus nos disse que vigiemos, mas sem fixar uma data definida. Não podemos nos assegurar que Jesus regressará dentro de um, dois ou cinco anos, nem tampouco devemos atrasar sua vinda dizendo que talvez não se produza nem em dez, nem em vinte anos [c]
Contudo é claro que nenhum ser humano sabe o momento exato da vinda de cristo, Deus o sabe e não permitira que este acontecimento chegue sem aviso para aqueles que o estejam esperando:

"Porque vós mesmos sabeis muito bem que o Dia do Senhor virá como o ladrão de noite. Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então, lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; de modo nenhum escaparão. Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele Dia vos surpreenda como ladrão"(1 Tessalonicenses 5:2-4).
Por quê razão este grupo não permanece em trevas? O que lhes permite conhecer o que o resto do mundo ignora?

"E temos, mui firme, a palavra dos profetas, a qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro..." (2 Pedro 1:19).
Segundo o ensinado pelo Senhor Jesus Cristo, estar atento à palavra dos profetas é o que nos permitirá conhecer quão perto se encontra o dia de seu segundo advento:

"Aprendei, pois, esta parábola da figueira: quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão. Igualmente, quando virdes todas essas coisas, sabei que ele está próximo, às portas" (Mateus 24:32-33).
Que coisas? Há aproximadamente dois mil anos os discípulos preocupados com este mesmo assunto consultaram a seu mestre, que lhe revelou as mais importantes. Esta conversa está registrada na Bíblia para nosso conhecimento.

"E, estando assentado no monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos, em particular, dizendo: Dize-nos quando serão essas coisas e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane, porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. E ouvireis de guerras e rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos em vários lugares. Mas todas essas coisas são o princípio das dores" (Mateus 24 3-8).
Se você é daquelas pessoas que gostam de estar em dia com as notícias certamente verá nesta declaração de Jesus Cristo, uma impressionante descrição do que está acontecendo agora mesmo no mundo. Se você comprar o jornal de hoje é muito provável que encontre informações acerca de `seres iluminados' que asseguram que são a encarnação de Cristo e que vieram para salvar o mundo. Também lerá sobre as últimas guerras suscitadas no Oriente Médio e outras zonas de conflito.
Lerá acerca dos últimos rumores de guerras anunciadas por astrólogos lendários como Nostradamus ou outros videntes modernos, se inteirará dos milhares de mortos e milhões de feridos deixados pelo último terremoto em algum lugar do planeta, se informará da última epidemia coletiva nos países europeus e do novo vírus letal criado por acidente em um laboratório de prestigio em manipulação genética. Tomará consciência da desolação na Etiópia, onde seus habitantes morrem por falta de alimentos. Lerá sobre a crise econômica mundial e da terrível taxa de desemprego que está fazendo que cada vez mais pessoas tenham fome, mesmo nos países mais industrializados.
Apesar do incrível cumprimento das palavras de Cristo, devemos levar em conta que embora elas anunciem que Ele vem, estes sinais não são os últimos nem os definitivos. Se leres esta passagem com cuidado notarás que Jesus Cristo disse: "mas ainda não é o fim" e "tudo isto é só o princípios das dores". [d] Isto mostra que ainda faltam algumas coisas por vir, quais são? Leia com atenção a continuação do sermão pregado pelo Senhor Jesus aos discípulos:

"Então, vos hão de entregar para serdes atormentados e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as gentes por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se aborrecerão. E surgirão muitos falsos profetas e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos se esfriará. Mas aquele que perseverar até o fim será salvo. E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então virá o fim" (Mateus 24:9-14).
Observe a diferença da primeira parte de seu sermão, neste trecho Jesus faz alusão direta aos eventos que devem acontecer pouco antes do fim do tempo, pois termina com as palavras "e então vira o fim". Resumamos estes eventos:
O povo de Deus será entregue à tribulação. Se levantará um ódio generalizado contra eles e lhes perseguirão até a morte.
Os homens odiarão uns aos outros, a maldade multiplicará e o amor de muitos se esfriará.
Falsos profetas se levantarão e enganarão a muitos.
O evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações.
Embora muitos intérpretes citem estes quatros pontos como se tratassem de fatos isolados, o contexto mostra que eles na realidade, fazem parte de uma mesma profecia, pois o ódio e o desamor dos habitantes da terra, somados à obra dos falsos profetas darão como resultado a perseguição e morte daqueles que se levantam para pregar o evangelho do Reino de Deus. Esta conclusão é completamente confirmada por Jesus no livro de Apocalipse:
O que é descrito na passagem seguinte não é literal em todos os seus aspectos. Apenas mostra, por meio de símbolos, os personagens e os eventos implicados no grande conflito que se desencadeará antes da vinda de Cristo.
Advertência:


"6 E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda nação, e tribo, e língua, e povo,

7 dizendo com grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, porque vinda é a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.

8 E outro anjo seguiu, dizendo: Caiu! Caiu babilônia, aquela grande cidade que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição!

9 E os seguiu o terceiro anjo, dizendo com grande voz: se alguém adorar a besta e a sua imagem e receber o sinal na testa ou na mão,

10 também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.

11 E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso, nem de dia de noite, os que adoram a besta e a sua imagem e aquele que receber o sinal do seu nome.

12 Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.

13 E ouvi uma voz do céu, que dizia: Escreve: Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, e as suas obras os sigam.

14 E olhei, e eis uma nuvem branca e, assentado sobre a nuvem, um semelhante ao Filho do Homem, que tinha sobre a cabeça uma coroa de ouro e, na mão, uma foice aguda.

15 E outro anjo saiu do templo, clamando com grande voz ao que estava assentado sobre a nuvem: Lança a tua foice e sega! É já vinda a hora de segar, porque a seara da terra está madura!


Note que esta passagem de Apocalipse menciona os mesmos elementos de Mateus 24 com uma semelhança impressionante. Comparemos em detalhes as duas passagens:

Mateus 24:11 diz que "muitos falsos profetas se levantarão e enganarão a muitos." Apocalipse 14:9 fala acerca da imposição da "marca da besta" e da adoração a esta entidade "e a sua imagem" fatos que precisamente terão sua origem na obra de um falso profeta: "... o falso profeta, que, diante dela, fizera os sinais com que enganou os que receberam o sinal da besta e adoraram a sua imagem"(Apocalipse 19:20).
Mateus 24:13 diz que "o que perseverar até o fim será salvo". Apocalipse 14:12, falando do povo de Deus diz: "Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus".
Mateus 24:14 falando da pregação da última mensagem de misericórdia, diz: "E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo". Apocalipse 14:6 diz: "... o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda nação, e tribo e língua, e povo".
Mateus 24:14 diz que imediatamente depois de pregar-se o Evangelho a todas as nações "virá o fim". Apocalipse 14:16 apresenta esta mesma verdade ao dizer "... e a terra foi segada"; pois o Senhor Jesus ensinou em Mateus 13:39 que "a ceifa é o fim do mundo".

Todo o anterior confirma que Apocalipse é, em si mesmo uma extraordinária ampliação dos eventos expostos pelo Senhor Jesus em Mateus 24:9-14 e que na realidade são uma mesma profecia, por meio da qual podemos saber com exatidão quão perto ou quão distante se encontra o "fim do mundo".
É importante ressaltar que apesar da vinda de Jesus estar muito perto, ainda não está "às portas". Somente quando o mundo inteiro se unir contra o povo de Deus, quando se decrete a morte sobre os que se negam prestar adoração a besta e a sua imagem (lembre que são símbolos), poderemos saber com certeza que a vinda de Cristo é iminente.
Amigo leitor, não permita que seu coração se angustie e desanime com o que diz esta profecia. É certo que os que se neguem a adorar a besta e a sua imagem serão perseguidos até as últimas conseqüências, mas também é certo que Deus é nosso Pai, nos ama e não nos deixará sozinhos na prova:
"Dizei aos turbados de coração: Esforçai-vos e não temais; eis que o vosso Deus virá com vingança, com recompensa de Deus; Ele virá e vos salvará." (Isaías 35:4).
Ainda se necessário fosse dar a vida por causa da pregação do evangelho, ou se nosso corpo sofresse dor, e aflição nosso coração, tão pouco devemos temer, pois se cultivamos nossa amizade com Jesus e fazemos dele o centro de nossas vidas, finalmente venceremos:
"Porque qualquer um que quiser salvar a sua vida perdê-la-á, mas qualquer que perder a sua vida por amor de mim e do evangelho esse a salvará" (Marcos 8:35).
A Bíblia nos diz, também, que não será necessário que todos os filhos de Deus percam a vida, pois haverá um grande número deles que serão protegidos durante este tempo e verão Cristo voltar sem terem conhecido a morte. O apóstolo Paulo descreve esta verdade de modo que nos anima a colocar nossa esperança no glorioso destino que espera aos que permaneçam firmes e constantes:
"Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras" (1 Tessalonicenses 4:16-18).
• Os personagens que intervirão no conflito final já estão presentes e apenas esperam a oportunidade para tomar seu papel no último grande drama da história deste mundo. É importante que todo aquele que crê na palavra bíblica como única regra de fé e prática, investigue com diligência a quê ou a quem se referia Jesus Cristo nas passagens proféticas de Mateus 24 e Apocalipse.
• Perguntas como: Quem é a besta? Qual será sua marca? Quem é a imagem? Quem é o falso profeta? Quem é a grande Babilônia? Quem são os três anjos que cortam o céu anunciando o evangelho eterno? Serão respondidas nos próximos capítulos.
[a] A menos que se mostre o contrário as citações bíblicas incluídas neste livro (na versão em português) foram retiradas da Bíblia traduzida por João Ferreira de Almeida, edição revista e corrigida, 1995, da Sociedade Bíblica Brasileira. A ênfase presente em todas as referências, tanto bíblicas como seculares, foi colocada pelo autor com a finalidade de ressaltar a parte mais importante de cada texto.
[b] Mateus 25:31-34; Apocalipse 21:1-7
[c] Ellen White, Mesajes Selectos, tomo 1, págs. 221, 222.
[d] Mateus 24:6,8.
Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive e crê em mim nunca morrerá. Crês tu nisso? (João 11:25,26).
Mateus 24:9,12 assegura que para esta época se haverá "multiplicado a iniqüidade" e que o povo de Deus será odiado por "todos". Apocalipse 14:9 fala de uma entidade chamada "a besta", a qual aparece em Apocalipse 13:6-8 "blasfemando contra Deus" e fazendo "guerra contra os santos". E embora pareça inacreditável, "todos os habitantes da terra" chegarão a estar de acordo com ela (vs. 8).
Mateus 24:9 diz: "então os entregarão à tribulação, os matarão, e sereis odiados por todos por causa do meu nome" e Apocalipse 14: 12,13. Refere-se aos que tem a fé de Jesus. "Aqui está a paciência dos santos... Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor". A causa de sua morte tem relação direta com a adoração da "imagem" do versículo 9, pois segundo Apocalipse 13:15 a esta haveria de permitir que falasse e fizesse matar a todo o que não a adorasse.

16 E aquele que estava assentado sobre a nuvem meteu a sua foice à terra, e a terra foi segada" (Apocalipse 14:6-16).

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